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[31.1.05] Uma droga
![]() Ahe vai uma música! Nada a ver, mas eu queria colocar :P 1979 - The Smashing Pumpkins shakedown 1979, cool kids never have the time 1979 de adaptação, garotos legais nunca têm vez on a live wire right up off the street Num cabo elétrico bem encima da rua you and i should meet Eu e você nos encontraremos junebug skipping like a stone Besouros ricocheteiam como pedras with the headlights pointed at the dawn Com os faróis apontados pro amanhecer we were sure we'd never see an end to it all Estavamos certos de que nunca veríamos um fim praquilo tudo and i don't even care to shake these zipper blues E eu nem me importo de me livrar desse uniforme azul and we don't know E nós não sabemos just where our bones will rest Onde nossos ossos repousarão to dust i guess Virarão pó, suponho forgotten and absorbed into the earth below Esquecidos e absorvidos pela terra abaixo double cross the vacant and the bored Sacaneie os ociosos e entediados they're not sure just what we have in the store Eles não tem certeza do que nós temos guardado morphine city slippin dues down to see A Cidade-Morfina cobrando taxas até ver that we don't even care as restless as we are Que nem nos importamos, incansáveis que nós somos we feel the pull in the land of a thousand guilts Sentimos a influência na terra das milhares de culpas and poured cement, lamented and assured E do cimento derramado, lamentado e autorizado to the lights and towns below Nos faróis e cidades da Terra faster than the speed of sound Mais rápido do que a velocidade do som faster than we thought we'd go, Mais rápido do que pensávamos que iríamos beneath the sound of hope Coberto pelo som da esperança justine never knew the rules Justine nunca conheceu regras hung down with the freaks and the ghouls Se Uniu aos Dementes e Doentios no apologies ever need be made, i know you better than you fake it Desculpas nem precisam ser pedidas, Te conheço melhor do que você finge to see, that we don't care to shake these zipper blues Pra Notar, que nós nem nos importamos de nos livrarmos do uniforme azul and we don't know just where our bones will rest E nós não sabemos onde nossos ossos repousarão to dust i guess Virarão pó, suponho forgotten and absorbed into the earth below Esquecidos e absorvidos pela terra abaixo the street heats the urgency of sound A rua intensifica a importância de ecoar as you can see there's no one around Como dá pra ver não há ninguem por perto por Aline * 11:49 AM Comentários: |
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[28.1.05] Aheeeeeeeeeee
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[27.1.05] E o novo verbo é ORKUTAR
![]() Eu
Eu de mangá...rs Viu?Viu? rsss Tem até lá uma opção de alterar sua foto pra macaco! O.o Ficou muito estranho... Quem quiser me add no orkut é só... CLICAR AQUI Mas deixa um scrap pra eu saber quem é...ok? Beijos PS: Pra quem tá procurando o que o BloggerMan falou tá no post com a figura da Magali... por Aline * 2:50 PM Comentários: |
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[26.1.05] Caramba de Novo!!
![]() O cara mandou o pessoal vir me consolar (por causa do post anterior) e o pessoal veio...rss Beijos então... Até mais por Aline * 4:21 PM Comentários: |
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[21.1.05] ![]() Trauma de Infância - As Histórias que Me Perseguem - Parte II Estava Alininha saltitante com os seus 7 anos de idade, descobrindo o bom de saber ler. Lia as histórias das cartilhas, os livrinhos de história quando ganhei um primeiro gibi. O da Magali, uma edição especial que trocava por tampinhas de garrafas de Coca-Cola. Então ela foi toda serelepe pra sala, onde seu irmãozinho mais novo de uns 3 anos de idade e sua irmãzinha de um aninho assistiam tv. Como todo irmãozinho mais novo que se preze ele logo foi ver o que Alininha tinha na mão. E ao ver algo colorido que ele pudesse rabiscar, logo ficou chorando que queria o gibi. Eles ficaram na discussão puxando um da mão do outro até que chegou o pai. Nervoso com os berros, o pai pegou o gibi e rasgou ao meio. Não ao meio abrindo as páginas e ragando, mas ao meio rasgando cada página do gibi em dois... E lá se foi o primeiro gibi da Alininha, que ela nem pôde ler... grande trauma... A Afrodite que me deu a idéia com seu comentário...rs Beijão por Aline * 3:20 PM Comentários: |
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[20.1.05] Um cadim de cultura oriental...
Mangá, é o termo que designa os quadrinhos japoneses. O termo "mangá foi criado em 1814 pelo artista Katsushika Hokusai, que o usou para descrever um trabalho seu de 3 volumes. Mas a pessoa que criou realmente o atual estilo do mangá, foi o desenhista Osamu Tezuka. Ele é que designou a estrutura e as características que nós vemos hoje nos mangás. Tezuka é considerado até hoje o "deus do mangá". Ele, além de ter estruturado o mangá no Japão, também criou pérolas imbatíveis do mangá. Osamu Tezuca também é chamado de "pai da animação japonesa", pois foi ele, também, que criou a primeira produtora de anime (Mushi Productions) e posteriormente o primeiro anime do Japão (Astro Boy). Os mangás são basicamente como gibis só que com muitas diferenças. Vejam algumas de suas características: Preto e branco - No mangá não há cores, apenas escala de cinza, pois os mangás são arte-finalizados basicamente com nanquim. Traço padronizado - No mangá o tipo de traço do desenho dos personagens é padronizado, ou seja não é desenhado de qualquer jeito, mas seguindo regras básicas, o que faz com que o traço do mangá seja sempre parecido e inconfundível. Isso não quer dizer que todos os personagens de mangá são iguais, as regras do mangá apenas são seguidas para a montagem da estrutura do personagem, assim, baseando-se nessa estrutura, é possível montar centenas de rostos e corpos diferentes. Variação de quadrinização - Os quadrinhos do mangá, são dispostos na página de infinitos modos, dando ao mangá um estilo mais original. Muito diferente dos Comics (quadrinho ocidental/americano) que montam os quadrinhos basicamente do mesmo jeito. Muitas páginas - O mangá possue muitas páginas, mas isso varia. Se for edição para uma história só, a revista pode ter até 200 páginas, agoram existem revistas que vem com pedacinhos de várias histórias, essas possuem até 600 ou mais páginas. O mangá é sempre desenhado, roteirizado e arte-finalizado, por uma só pessoa. Não é produzido por um estúdio como os comics (quadrinho ocidental/americano), a pessoa que produz o mangá faz tudo sozinha (às vezes contam com ajudantes, mas são pra coisas mínimas), ela produz o mangá e de acordo com a qualidade dele é públicado por uma editora, como um livro, onde a pessoa escreve e depois uma editora publica. Histórias sempre com fim - No mangá as histórias tem fim, não são como os comics (quadrinho ocidental/americano) onde as histórias nunca acabam, como o Superman, Batman, Homem-Aranha. Nos mangás a história segue um seguimento, tem início e fim, um volume continua do outro até terminar a história para sempre, como se fosse uma novela. O processo de criação do mangá é quase sempre o mesmo: o desenhista de mangá participa de um concurso de desenho que alguma editora faz. Ele sendo escolhido, o seu mangá é publicado de capítulo em capítulo (o mangá também é dividido em capítulos) na revista da tal editora (essas revistas publicam ao mesmo tempo vários capítulos de mangás dos vários artistas que foram escolhidos, elas são semanais e possuem cerca de 600 páginas). Com o tempo, de acordo com o sucesso da história, o mangá passa a ser publicado desde o começo novamente, só que agora em volumes de tankobun (edições com cerca de 200 páginas), onde o mangá ganha sua própria capa e é publicado sozinho e não junto com outras histórias. A partir daí o mangá se for realmente bom ele tem seus direitos comprados por uma produtora de anime para ser transformado em anime. por Aline * 3:53 PM Comentários: |
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[19.1.05] ![]() Conversa na Hora do Jantar - Eu li hoje, na Página da UOL que a ONU calculou que a pobreza, causa cerca de 5 Tsunamis por ano no mundo todo... - Er... como causou a onda? ... por Aline * 11:50 AM Comentários: |
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[18.1.05] Noite Perfeita...
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[17.1.05] R$ 2,10 !!!! O.O
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[11.1.05] Não é sorte é paciência
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[10.1.05] Publicando conteúdo impróprio
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[6.1.05] Barra de Cereal
![]() Entrou num boteco qualquer e pediu, Marilia adorava aquele tipo de barra de cereal, uma que vinha morango cristalizado o que deixava aquele doce bem mais doce. Não abriu a princípio, ainda era cedo e ela havia tomado café antes de seguir à faculdade. Foi pensando em como era bom aquele estágio de meio período numa empresa pública. Ganhava pouco, mas enfim, o suficiente pra pagar a condução e a metade do aluguel que dividia com Paula. Suportava Paula, metida a modelo dos tipos supérfluos, só porque tinha altura e a pele da barriga grudada na das costas pensava que conseguira algo na vida. Mas ela sim, Marilia conseguira algo na vida. Passara em uma faculdade pública de algum curso bom para o mercado, estagiava em uma empresa pública, e apesar de chorar a falta dos pais de vez enquando estava vivendo muito bem. A constante visita de seus amigos em sua casa ajudava. Auxiliava também, a presença de Carlos, seu namorado por alguns meses até quando eles decidiam agir como namorados. A caminho da faculdade, encontrou com Fernanda. Fernanda era dita sua amiga, uma pessoa um tanto estranha ao ser ver, não tinha namorado, ninguém sabia nada sobre ela. Ninguém exceto Marilia que a encontrou chorando certa vez por problema que ela tinha em casa. Não, Fernanda não tinha problema com homens. Ela era até bem atraente a eles, só não se importava com isso. Preocupava-se mais com sua carreira e se sentisse falta de um beijo ou um afago procurava por isso. Fernanda era a dita mulher independente. Foram caminhando juntas e conversando coisas desnecessárias a serem discutidas, o que as faziam rir. Na faculdade encontraram Carlos que cursava o mesmo que elas. Sempre muito questionador, Carlos por de trás de seu óculos, parecia ser daquelas pessoas que se enfiam em livros. Que são maníacas pelo saber. Mas Carlos por vezes se cansava. Dizia para o ar, e mais quem quizesse ouvir que a ignorância era uma benção. Mas, nada que assustasse, algo que chegava a ser engraçado. Carlos era uma pessoas estranha de fala enrolada, que por vezes parecia um menino indefeso e por outras um verdadeiro aventureiro. Enquanto Marilia e Carlos se beijavam brevemente, Fernanda sentou se em uma pequena mureta ao lado. Marilia então sacou sua barra de cereal da bolsa e quando ameaçou abrir foi interrompida por Carlos: "Não acredito que você vai comer isso!". "Por quê?", ela indagou. "Ah, mina, você fica comendo essas coisas que aquela modelo come...". "Isso não é bom?". Ela sentou-se ao lado de Fernanda provavelmente buscando algum apoio. "Ao menos você sabe do que é feito?", isso foi dito surpreendentemente por Fernanda. "É óbvio, de cereais... Olha, é bom, eu gosto e vou comer. Parem de me encher!". Marilia abriu o pacote com vigor e deu uma grande mordida, mastigando e cuspindo logo após sobre o olhar assustados dos outros dois. "ECAAAAAAAA!" Ela mostrou a barra de cereais do outro lado, estava cheia de um reluzente fungo verde. por Aline * 9:37 AM Comentários: |
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[5.1.05]
![]() por Aline * 10:55 AM Comentários: |
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[4.1.05] Na Virada e depois dela
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